03 de setembro 2018

Uma tecnologia para domar os mares

Como domar os movimentos da maré a ponto de permitir uma caminhada tranquila sobre uma passarela flutuante em alto mar?

A resposta está sendo dada na forma de um protótipo de plataforma de stewart, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e pela TMSA, empresa gaúcha fornecedora de equipamentos para terminais portuários e movimentação de granéis.

Também chamado sistema anti-heave, o equipamento foi projetado e construído para demonstrar como a tecnologia robótica aliada aos recursos avançados da hidráulica proporcional pode resolver este problema. O sistema atenua automaticamente o efeito das oscilações das ondas e da maré para a transposição segura de cargas e tripulantes nas embarcações, e pode equipar outros ativos que requerem estabilidade para operar, como guindastes e até helipontos.

Solução offshore

Com o objetivo de atender uma demanda real (estabilizar a movimentação de cargas entre embarcações), a TMSA buscou a parceria da UFRGS para criar o sistema anti-heave. A iniciativa contou com o financiamento da Finep, através do edital Navipeças, e o apoio da Parker.

O protótipo foi mostrado no estande da Parker durante a Feimec, exposição realizada em São Paulo. Formado por duplo conjunto de seis cilindros hidráulicos controlados por computador (foto), o equipamento exibido na feira simulava os movimentos do mar e compensava automaticamente essas oscilações, proporcionando o nivelamento da plataforma.

Desempenho ideal

"Esse tipo de configuração com robôs paralelos permite atuar em seis graus de liberdade", explica Pablo Leonardelli, da UFRGS. "Com essa solução, conseguimos alcançar nivelamento próximo do absoluto", informa. A combinação da atuação linear de cada um dos cilindros permite obter até 95% de atenuação do heave (movimentos verticais). Este índice garante condição operacional para a maioria das aplicações offshore.

Desenvolvido no LAMECC – Laboratório de Mecatrônica e Controle da UFRGS, o sistema de controle do equipamento processa em tempo real os dados enviados pelos sensores para o imediato acionamento dos cilindros hidráulicos.

Manifolds garantem que a potência hidráulica seja distribuída de modo uniforme a cada um dos cilindros. Todos os componentes hidráulicos empregados no projeto foram fornecidos pela Parker: unidade hidráulica, cilindros, válvulas proporcionais, manifolds, mangueiras e sensores de pressão e posição.

Tendo comprovado a eficácia da plataforma anti-heave, a equipe da UFRGS/TMSA comemora: "Estamos prontos para oferecer esta solução em escala comercial".

Consultor de Vendas da Parker, Rogério Foesten destaca a união de forças entre os universos acadêmico e corporativo. "Essa aproximação traz vantagens para ambos e contribui para a qualificação profissional dos formandos".

Os interessados podem contatar o LAMECC pelo e-mail lamecc@ufrgs.br

Saiba mais: 0800 727 5374 ou e-mail falecom@parker.com.

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02 de setembro 2018

Um dos maiores Transportadores Tubular do Brasil, com 4,17km de extensão

O Sistema de Transporte de Carvão que alimentará a Usina Termoelétrica Pampa Sul entrou em fase de testes com carvão no início de Agosto.
A TMSA e SQgroup desenvolveram, em consórcio, todos os projetos, desde a execução das obras civis até os testes dos equipamentos. Neste momento, os equipamentos estão na fase de testes operando com carvão para verificação do desempenho projetado para o sistema e Aceitação Provisória das obras pelo cliente.
Nesta etapa estão sendo aferidos diversos parâmetros previstos em projeto, dentre os quais: capacidade de transporte de 550 t/h de carvão, ruído e particulados emitidos pelos equipamentos.
A entrega da obra está programada para a primeira quinzena de outubro.
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22 de agosto 2018

Crescimento sustentável da agricultura na região

O Terminal de Grãos do Maranhão (TEGRAM), instalado no Porto do Itaqui (São Luís, MA), divulga a movimentação de 5,4 milhões de toneladas de soja e milho nos últimos 12 meses (agosto de 2017 a julho de 2018). Deste volume, 44% foi recebido pela moega ferroviária e 56% pelo modal rodoviário, totalizando 85 navios embarcados no período. Com este resultado e visando atender à crescente demanda na produção de grãos em algumas das principais regiões agrícolas do Brasil, o TEGRAM anuncia o início da segunda fase do projeto, que permitirá duplicar a capacidade na movimentação de carga pela recepção ferroviária, agregando também uma segunda linha de embarques de navios em mais um berço de atracação no porto, redimensionando as capacidades do terminal para uma movimentação de volumes superiores a 10 milhões de toneladas ao ano.
 
O cronograma para esta segunda fase foi apresentado em 2 de agosto pelos gestores do terminal para a liderança da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), a qual, por meio de uma excelente gestão do Porto do Itaqui para a coordenação das operações, contribuiu para o TEGRAM atingir o excelente volume superior a 5 milhões de toneladas de grãos.
 
Quando concluída, a segunda fase envolve a infraestrutura necessária para operar mais um berço de atracação. Isso engloba a aquisição de um segundo shiploader, que permitirá ao terminal alcançar uma taxa de embarque de 5 mil toneladas de grãos por hora, distribuídas nos dois berços, permitindo o embarque de dois navios de forma simultânea, assim como a ativação da segunda linha da moega ferroviária, que permitirá a descarga de oito vagões simultaneamente, a uma taxa de 4 mil toneladas de grãos por hora. Quando concluída, a expectativa do TEGRAM é receber 80% do volume pelo modal ferroviário e os 20% restantes pelo modal rodoviário.
 
 Com gestão do Consórcio TEGRAM-Itaqui, formado pelas empresas Terminal Corredor Norte, Glencore Serviços, Corredor Logística e Infraestrutura e ALZ Terminais Portuários, responsável pela administração e operação das áreas comuns, o TEGRAM já se consolidou como referência na operação de grãos e alternativa logística aos portos das regiões Sudeste e Sul para escoamento da safra de grãos dos Estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
 
Entre as vantagens do TEGRAM para a logística do agronegócio, destaque para a sua localização estratégica, mais próxima de importantes mercados para a agricultura brasileira, e o uso de equipamentos de alta tecnologia em seus processos, tornando a operação mais eficiente e o setor mais competitivo. Somado a estes diferenciais, o escoamento pelo terminal estimula a produção agrícola nas suas regiões de abrangência, em que ainda há grande potencial de expansão em função da área de pastagens que pode ser convertida em plantio de grãos, favorecendo, inclusive, a melhora dos níveis de sustentabilidade e a geração de empregos.
 
Crescimento sustentável da agricultura na região
 
Sobre o crescimento da produção agrícola na região onde o TEGRAM está instalado, dados da Fundação de Apoio à Pesquisa do Corredor de Exportação Norte (Fapcen) mostram uma evolução sustentável do setor, com indicadores expressivos. Conforme registro da Fapcen sobre a agricultura sustentável na região, 23,5% dos 4,64 milhões de toneladas de soja produzidas em 2017 nos Estados do Maranhão e Piauí têm a Certificação RTRS, que se baseia no Padrão RTRS de Produção de Soja Responsável e indica que a soja é originária de um processo ambientalmente correto, socialmente adequado e economicamente viável. Por ser a região com maior percentual de produção de soja com esta certificação, isso comprova o engajamento dos produtores locais e a preocupação da cadeia de grãos com a sustentabilidade, pois, para obter esta chancela, são observados princípios de conformidade legal e boas práticas de negócios e condições de trabalho responsável.
 
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30 de julho 2018

  TMSA e KAHL convidam para participar da feira AveSui 2018

A TMSA e a Kahl estarão expondo na feira Avesui 2018, com o intuito de oferecer tecnologias para o setor animal. Estaremos apresentando : moinhos de rolos, expander e a peletizadora Kahl, ou seja, soluções para fábricas de rações para aves, suínos e petfood.

Na indústria de ração animal, as peletizadoras são utilizadas com frequência e têm se mostrado eficazes na produção. Nossas prensas produzem pellets uniformes e compactos de alta qualidade. Existem 12 modelos diferentes com diversas capacidades.

O Expander é um dos métodos de condicionamento mais abrangentes para alimentos compostos para animais e componentes individuais, melhorando significativamente a taxa de conversão alimentar reduzindo os custos de produção. Isto é feito através da rápida elevação de pressão no tubo de mistura durante um período aproximado de cinco segundos a uma temperatura entre 90 e 140 ° C. Na saída do cone, a pressão reduz drasticamente imediatamente, a ração se expande e a água evapora. Este processo especial produz uma alimentação homogênea, germinal e isenta de salmonela além de aumentar a capacidade de produção das peletizadoras. Em nossa gama de equipamentos, você encontrará diferentes capacidades de Expanders atendendo a cada necessidade.

Venha nos visitar na AveSui 2018!   
     
A edição de 2018 acontecerá nos dias 01, 02 e 03 de Agosto na cidade de Medianeira, Paraná, no LAR Centro de Evento.
O estande da TMSA está localizado na Rua D, nº49.
Além do nosso estande, nesta edição, Dennis Werner, gerente de vendas da Kahl, irá palestrar sobre: "Eliminar salmonela e incrementar a conversão alimentar no processo de produção de ração".

Local: Auditório de inovações localizado na área central do pavilhão de exposições interno. 
Horário: 12hs 
Data: 01/08/2018

 
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10 de julho 2018

A TMSA em parceria com a SW Metal - "Agro MT"

A TMSA em parceria com a SW Metal, participam da primeira edição do evento do agronegócio de Mato Grosso, o "Agro MT". O evento ocorre até o dia 12 de julho tendo como foco as principais atividades do setor: tecnologia, economia e conhecimento, voltado para as principais cadeias produtivas reunindo novidades de empresas especializadas em máquinas, equipamentos e implementos agrícolas, agricultura de precisão, irrigação, armazenagem, pecuária, sementes, corretivos, fertilizantes, defensivos agrícolas, entre outros.

Venha nos visitar!!!

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02 de julho 2018

Treinamento - Operação e manutenção de transportador de correia com tripper e sistema de captação de particulado

O colaborador, José Bilhão que faz parte da equipe TMSA/DPS esteve promovendo  treinamento no cliente Energia do Pecém, localizado em São Gonçalo do Amarante/CE.
O tema tratou sobre “Operação e manutenção de transportador de correia com tripper e sistema de captação de particulado”,  visando a capacitação de  2 equipes de operação e manutenção.
No encontro, foram abordados temas sobre segurança e aspectos gerais, inspeção geral do equipamento, análise de pontos críticos para operação, sistema de despoeiramento, cuidados na movimentação dos trippers, filtros compactos entre outros assuntos.
 
Solicite orçamento para treinamento dos equipamentos TMSA: dps@tmsa.ind.br.
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29 de junho 2018

Aposta em proteína animal leva Cargill a lucro recorde ?

As vendas de ração e de carnes se tornaram as maiores fontes de lucros da Cargill e ajudaram a gigante agrícola a neutralizar as pressões enfrentadas por sua área mais tradicional de operações, de comercialização de grãos.
A empresa informou ontem que teve lucro líquido de US$ 3,1 bilhões no ano fiscal encerrado em 31 de maio, 9% a mais que em 2017. O lucro operacional, que não leva em conta itens extraordinários, foi de US$ 3,2 bilhões, 6% de alta. Os dois números, excluindo operações e investimentos descontinuados, são os maiores nos 153 anos de história da Cargill.
Pelo segundo ano consecutivo, a divisão de proteína e nutrição animal foi a que mais contribuiu para o lucro do ano.
A Cargill é uma das maiores comercializadoras de grãos do mundo e concorre com Archer Daniels Midland (ADM), Bunge e Louis Dreyfus no segmento. Diferentemente dessas rivais, também produz carnes. A Cargill, cuja sede fica no Estado de Minnesota (EUA), é a maior processadora de carne moída do mundo, além de processar e exportar produtos avícolas.
A empresa investiu pesadamente em carnes e em ração para bovinos, aves e peixes, apostando que a demanda por proteína iria aumentar. Sob o comando do executivo-chefe David MacLennan desde 2013, a empresa adquiriu operações de nutrição animal como a norueguesa Ewos, de ração para salmão, e a Diamond V, empresa de nutrição animal. Também comprou ou abriu fábricas de processamento de ração em países como China, Índia e Estados Unidos.
Além disso, ampliou sua linha de produtos de carne. Comprou a processadora colombiana de frangos Pollos el Bucanero e a fornecedora de frios e carnes pré-cozidas Five Star Custom Foods. Em 2016, saiu da área de carne suína, depois de concluir que suas operações não tinham escala suficiente.
O avanço no mercado de proteínas acontece em meio ao aumento do consumo de carnes em países emergentes. Os criadores também passaram a alimentar suas galinhas e suínos com mais rações compostas de proteínas vegetais, como farelo de soja. Na China, a Cargill distribui a marca de frango Sun Valley usando mercados on-line como a Alibaba e Tencent.
"Nossos fortes resultados mostram que estamos criando as conexões que o mundo precisa para uma agricultura e alimentação dinâmicas tanto hoje quanto amanhã", disse MacLennan, em comunicado.
A principal divisão de trading de grãos da Cargill, conhecida como "originação e processamento" também registrou aumento no lucro operacional em relação ao ano fiscal anterior. A baixa atividade nos mercados mundiais de grãos tem dificultado o trabalho de comercialização há muitos anos, mas a Cargill disse que a volatilidade vista depois da recente seca na Argentina, grande exportador de grãos, ajudou o segmento a obter seus melhores resultados para um quarto trimestre em sete anos.
"Com os mercados se mexendo e os preços deixando para trás seus patamares mais baixos, houve melhora nos resultados com produção, processamento e comercialização em regiões-chave", segundo a empresa.
A indústria de carne bovina da América do Norte teve grandes margens de lucro neste ano graças ao declínio nos preços do boi. No segundo trimestre de 2018, a diferença média entre o preço da libra-peso (454 gramas) dos cortes de carne e do boi vivo era de US$ 3,47, 23% a mais do que um ano antes, de acordo com o Livestock Marketing Information Center.
A unidade Cargill Protein, de ovos, aves e carne bovina na América do Norte, com sede em Wichita, Kansas, tem 28 mil funcionários - quase 20% do quadro pessoal da empresa. Na Tailândia, as operações de aves da Cargill empregam mais de 13 mil pessoas.
 
 
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28 de junho 2018

VIII Simpósio Sul de Pós-colheita

Ontem foi o último dia para conferir VIII Simpósio Sul de Pós-colheita de Grãos realizado na Expodireto – Cotrijal, na cidade de Não-Me-Toque, o tema do evento foi Inovação, Qualidade e Segurança na Pós-Colheita de Grãos.

A TMSA juntamente com a parceira Mega apresentou o mais eficiente sistema de secagem de grãos do mercado, fornecendo a melhor performance com o menor consumo de energia.

Além, a TMSA apresentou a nova Máquina de Limpeza de Grãos, HE-S 1235, desenvolvida para substituir as peneiras cilíndricas rotativas com um menor custo de investimento e de operação por tonelada processada da categoria.

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27 de junho 2018

Escoamento de granéis por hidrovias na região norte estimula o setor naval

A subsidiária da Reintjes no Brasil, fabricante alemã de reversores e redutores marítimos, ampliou neste ano a presença da marca na região norte do país. Após abrir um escritório comercial há quatro anos em Manaus (Amazônia), a empresa investiu em 2018 na construção de uma oficina própria para a manutenção de equipamentos. A decisão foi influenciada pela crescente demanda de embarcações, como barcaças e empurradores fluviais, que está mantendo aquecido o setor naval na região. A Reintjes fornece equipamentos para o sistema de propulsão das embarcações, principalmente reversores marítimos para aplicação em continuous duty (serviço contínuo). Em meados de 2013, a empresa mantinha apenas uma filial no Rio de Janeiro, porém com a retração do mercado fluminense foi iniciada a busca de uma nova localização.

"Notamos a crescente demanda de embarcações no norte do País, em especial as que fazem o transporte de cargas pelas hidrovias e decidimos investir em uma filial comercial em Manaus. Lá, passamos de vender 20 reversores marítimos em 2016 para 50 em 2017. No Rio Janeiro, como muitas empresas do setor, estamos aguardando o mercado voltar a demandar", explica o diretor da filial no Brasil da Reintjes, Antoine Reymondon. Ele ressalta que a estratégia de instalar uma oficina própria com o objetivo de oferecer também o serviço de manutenção de caixa reversoras foi acertada. "Além de lidar com a demanda já existente, a presença física com produtos procedentes direto da fábrica inspira confiança nos clientes e novos prospects", diz Reymondon.

Quanto ao mercado do Rio de Janeiro, o executivo diz estar otimista com alguns sinais como o preço do barril do petróleo subindo, que tem motivado novas cotações com intenções de novas compras. "Esperamos a retomada do mercado offshore no Rio e sul do Brasil, com uma melhoria para o segundo semestre ou pelo menos para o fim do ano", afirma. A Reintjes confirma a presença mais uma vez na Marintec South America, principal evento da América do Sul dedicado aos setores da construção naval, manutenção e operações. A empresa é umas das 80 marcas expositoras do evento que acontece de 14 a 16 de agosto, das 13 às 20 horas, no Centro de Convenções SulAmérica, Rio de Janeiro (RJ).
Transporte aquaviário -- A navegação interna segue em alta no País, o que explica o aumento na demanda das embarcações que fazem o transporte de cargas. E é na região norte, onde estão concentradas as duas hidrovias - das 12 bacias que compõem a malha hidrográfica brasileira - mais importantes para o escoamento de cargas de granéis sólidos e líquidos: a Amazônica e a Tocantins-Araguaia. Segundo o Boletim Informativo Aquaviário do 1º Trimestre de 2018, divulgado recentemente pela Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), a movimentação portuária, via navegação interior, correspondeu a 14,5 milhões de toneladas, representando crescimento de 20,6% em comparação ao movimentado no primeiro trimestre de 2017. O bom desempenho se deve ao crescimento, de acordo com a publicação, de 422,7% na movimentação de bauxita, aumento de 52,8% em pasta de celulose, bem como à boa performance da soja – principal mercadoria operada nesse tipo de navegação – com aumento de 11,7% em relação à movimentação registrada no primeiro trimestre de 2017. 
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19 de junho 2018

O Portal Biomassa BR traz uma entrevista exclusiva com Marcelo Joaquim da empresa TMSA!

Uma série de entrevistas nos próximos dias pretende trazer o perfil das empresas que estarão presentes na 3ª Expobiomassa este ano, a qual acontece entre os dias 04, 05 e 06 de setembro em Curitiba, no Paraná! 

Confira abaixo a entrevista com Marcelo Joaquim, representante da TMSA, a qual é a principal fornecedora de equipamentos para terminais e movimentação de granéis sólidos. 

Biomassa BR: Nos conte um pouco sobre a trajetória da TMSA e como ela vem se destacando no setor de Biomassa Brasileiro. 

TMSA: O Grupo TMSA é um dos principais fornecedores de equipamentos para terminais e movimentação de granéis sólidos em altas capacidades e longas distâncias. Atuando desde 1966, cerca de um terço das principais commodities brasileiras embarcadas passam pôr equipamentos TMSA. A TMSA conta com uma equipe de profissionais especializados em disciplinas como Engenharia, Mecânica Elétrica, Automação e Controle Ambiental, oferecendo um portfólio tecnológico único. Com desenvolvimento próprio ou por meio de suas alianças com grandes nomes reconhecidos globalmente, oferece soluções integradas de padrão mundial, específicas para cada cliente. Todo projeto TMSA se destaca pela confiabilidade, segurança e durabilidade, mas vai além: oferece uma visão global que integra investimentos com aspectos ambientais, sociais e de infraestrutura. Tendo em vista nossa tradição no mercado de movimentação e nossa parceria de 27 com a fabricante alemã de equipamentos para produção de pellets, juntos oferecemos a solução completa desde o projeto até o produto acabado. 

Biomassa BR: Como você classifica o setor atualmente e quais suas expectativas para os próximos anos? 

TMSA: A biomassa está deixando de ser tratada como um sub produto ou resíduo e sendo considerada uma excelente matéria prima como fonte de energia térmica, elétrica e até mesmo na nutrição animal. Falando especificamente sobre pellets, em função de nossa grande oferta de biomassa, há excelentes perspectivas para projetos aqui no Brasil para exportação em larga escala para os países que assinaram o acordo de Paris (COP21) e que se comprometeram em mudar suas matrizes energéticas por uma fonte renovável. Além deste, percebemos um forte crescimento na demanda no mercado local (Brasil) para aquecimento de aviários que produzem frango de corte. As dificuldades de armazenagem e operacionais com o uso da lenha está fazendo com que os avicultores procurem alternativas mais eficientes. Somente no Estado do Paraná por exemplo, há mais de 29.000 aviários onde aos poucos estão sendo convertidos de lenha por pellets. Há também o mercado de consumo residencial europeu (aquecimento doméstico) que é consolidado e consome mais do que produz, importando grandes volumes. Empresas brasileiras que possuem resíduo também estão atentas a esta interessante fatia, ainda mais com os patamares atuais do câmbio. 

Biomassa BR: Quais desafios você ainda acha que o setor precisa vencer para se fortalecer ainda mais? 

TMSA: Apesar de embrionária, já existem algumas propostas públicas de incentivo em tramitação para uso da biomassa como fonte renovável de energia. Pelo lado do governo, precisamos maior ênfase neste setor haja vista que possuímos uma das maiores ofertas de biomassa do mundo (bagaço de cana, resíduos florestais, etc). Por outro lado, as indústrias do setor privado que geram um grande volume de resíduos de biomassa, ficam sobre uma área cinza entre investir ou não em um negócio que não é seu core business. 

Biomassa BR: A TMSA é uma das expositoras da 3ª Expobiomassa este ano e quais novidades a empresa pretende trazer ao público durante o evento? Algum produto novo? Algum lançamento? Tecnologia novo? Fique a vontade para descrever! 

TMSA: Em termos de tecnologia, estaremos promovendo nossos 11 modelos de peletizadoras que atendem à diversas capacidades (desde 0,3t/h até 6t/h por máquina). Além disso, nossa tecnologia dispensa o uso de moinho martelos em determinadas aplicações (Exemplo: peletização de maravalha) reduzindo significativamente o custo operacional do processo, principalmente no que se refere ao gasto com energia elétrica. Além disso estaremos no estande atuando em parceria com o banco DL (Deutsche Leasing) e Comexport fazendo simulações de leasing e financiamento aos interessados em investir neste setor. 

5- Como a empresa enxerga eventos como o CIBIO e a 3ª Expobiomassa para o setor e como a mesma se sente em fazer parte dele neste momento? 

É um evento onde diversos setores buscam entender um pouco mais sobre as aplicações da biomassa e, no nosso caso, pellets. O interesse em ?descobrir o novo? é o primeiro passo para alavancarmos o mercado e para nós da TMSA é uma oportunidade muito direcionada para abordarmos não apenas sobre nossos equipamentos e tecnologias, mas também transmitir as perspectivas de produção e consumo deste produto no Brasil e no mundo. 


Fonte: Thayssen Carvalho - Portal Biomassa BR
 
 
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05 de junho 2018

Exportação de soja em grão vai atingir quase US$ 30 bi

A demanda externa aquecida pela soja brasileira em tempos de colheita recorde levou a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) a novamente elevar sua estimativa para os embarques do grão do país em 2018. Segundo levantamento divulgado pela entidade na sexta-feira, as vendas externas alcançarão o recorde de 72,1 milhões de toneladas, 900 mil a mais que o estimado anteriormente e volume 5,7% maior que o do ano passado. A partir desse ajuste, e levando-se em consideração que a Abiove projeta um preço médio de US$ 410 por tonelada exportada este ano, 8,8% superior à média de 2017, a previsão para a receita das exportações do grão subiu a US$ 29,6 bilhões, ante US$ 25,7 bilhões no ano passado.

A Abiove não alterou suas estimativas para as exportações de farelo e óleo de soja. Para o farelo, prevê embarques de 17 milhões de toneladas, quase 3 milhões a mais que em 2017, com receita de US$ 6,6 bilhões (US$ 390 por tonelada, em média). O forte incremento reflete a redução da oferta argentina em decorrência da forte quebra desta safra 2018/19. Para o óleo de soja, projeta 900 mil toneladas, ou US$ 675 milhões.
 
 
Fonte: Valor
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03 de junho 2018

Vale pode ultrapassar produção de minério de ferro prevista no S11D

A Vale pode superar em 3 milhões de toneladas de minério de ferro a faixa de meta de produção para o Complexo S11D Eliezer Batista, localizado no Pará, chegando a 58 milhões de toneladas (Mt) neste ano, segundo uma fonte com conhecimento no assunto. A previsão da mineradora, divulgada ainda no ano passado, é de produzir de 50 milhões a 55 Mt neste ano. 

Isso ocorre em meio a vendas de mais canga, minério de ferro com maior teor de contaminantes, junto com o produto, devido à forte demanda, disse a fonte que pediu anonimato porque os dados são confidenciais. A Vale, no entanto, mantém a previsão oficial de produção. A maior produtora de minério de ferro do mundo ainda está em processo de crescimento da produção na mina S11D no Pará, que foi inaugurada em dezembro de 2016. No ano passado, a Vale produziu 22 milhões de toneladas no S11D. A evolução no volume de produção no S11D será escalado, com uma previsão para o ano que vem de 70 milhões a 80 milhões de toneladas, alcançando, em 2020, o ramp up para produção anual de 90 Mt de minério de ferro.

Além disso, a estimativa da Vale é de que em 2020, o custo do minério de S11D entregue no Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, excluindo os royalties, o chamado custo-caixa C1, fique em US$ 7,7 por tonelada - 47% menor que o custo C1 médio da Vale atual. Grandes investimentos no projeto aumentaram a dívida da Vale durante a construção do empreendimento, coincidindo com uma acentuada queda nos preços do minério de ferro. O Complexo do S11D é considerado o maior projeto da história da mineração, com mina, usina, logística ferroviária e portuária, com um aporte de US$ 14,3 bilhões, sendo o maior investimento privado feito no Brasil nesta década. Com informações da agência de notícias Reuters.

Fonte: Notícia de Mineração 

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