15 de janeiro 2018

Duplicação do Tegram fica para 2019, de olho na safra

O crescimento abaixo do esperado da produção na área do Matopiba está retardando a duplicação do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), no Porto de Itaqui. O consórcio que o administra admite adiar as obras para 2019. Inicialmente, a ampliação estava prevista para o segundo semestre de 2016, quando se esperava uma colheita ampla na região considerada a nova fronteira agrícola do País. Mas períodos de seca e queda da produtividade na safra daquele ano no Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia, Estados que compõem o Matopiba, frustraram a expectativa de crescimento. Em 2017 o desempenho foi 15% superior ao de 2016, com 4,4 milhões de toneladas de grãos embarcadas pelo terminal, porém ainda abaixo dos 4,6 milhões de toneladas que o consórcio espera para iniciar as obras de expansão. “Tudo vai depender do desenvolvimento da safra (de 2018)”, diz à coluna Marcos Pepe Bertoni, porta-voz do consórcio logístico. O Tegram é administrado pelas tradings CGG, Glencore, NovaAgri e Amaggi, além da Louis Dreyfus com a Zen-Noh.

Fonte: Estadão?
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14 de janeiro 2018

Vale conclui venda da Vale Fertilizantes para a Mosaic

A Vale anunciou nesta segunda-feira, 8, a conclusão da venda da Vale Fertilizantes para a Mosaic conforme anunciado em fato relevante de 2 de janeiro. Na ocasião, a Vale informou que alguns ajustes finais tinham sido realizados nos termos e condições da transação. A Vale decidiu reter participação acionária no terminal portuário Tiplam, no Porto de Santos, da VLI, que anteriormente estava incluída na transação. A Vale receberá cerca de US$ 1,150 bilhão mais 34,2 milhões de ações da Mosaic, representando 8,9% do capital total da Mosaic após a emissão de ações. Anteriormente, a transação tinha um valor estimado de US$ 2,5 bilhões, metade em dinheiro e metade em ações. A Mosaic também divulgou nota informando a conclusão da operação. Conforme o comunicado, Luciano Siani Pires, diretor Financeiro da Vale desde 2012, foi eleito membro do Conselho de Administração da Mosaic. Em nota, a Vale disse que a transação contribuirá para a redução da dívida da empresa e para a “simplificação do portfólio de ativos”.

Fonte: Istoé
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07 de janeiro 2018

Fusão entre Agrium e PotashCorp é concluída

A Agrium e a PotashCorp anunciaram ontem (2), que a fusão entre as duas empresas, que originou a Nutrien, foi concluída. A nova companhia, que surge como líder global no fornecimento de insumos agrícolas no segmento de fertilizantes, vai gerar sinergias operacionais devido, principalmente, às integrações de varejo, distribuição e produção. "Esperamos alcançar cerca de US$ 250 milhões dessas sinergias até o final de 2018, com a taxa anual ajustada até o encerramento de 2019", diz anúncio divulgado pela Nutrien. A nova corporação contará com cerca de 20 mil funcionários, operações e investimentos em 14 países, além de 1.500 pontos de venda no varejo aliados às redes de distribuidores. As informações são do O Estado de S.Paulo.

Setor carbonífero aprova criação da Agência Nacional de Mineração

O setor de extração de carvão mineral considera a criação da Agência Nacional de Mineração como um ponto positivo. "Para efeito do carvão, o que muda é a burocracia. A nova agência vai dar mais agilidade", diz o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan. Segundo ele, a modernização já havia sido realizada em outras áreas, como por exemplo, na energia elétrica. "Só faltava a mineração", afirma. A ANM substitui o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) na regulação e fiscalização do setor. Com informações da imprensa local.
Anglo Americana abre cinco vagas em Minas Gerais
A mineradora Anglo American, responsável pelo projeto Minas-Rio, divulgou novas oportunidades de empregos. São duas vagas para os municípios de Belo Horizonte (MG), sendo uma de Analista de Comunicação Jr e outra para Analista RH Desenvolvimento Organizacional PL; duas para Conceição do Mato Dentro (MG), sendo a primeira para Coordenador de Planejamento Manutenção e a segunda de Eletricista III; e uma de Estagiário Técnico para a operação mineroduto em Santo Antônio da Gama (MG). Os interessados podem se candidatar clicando aqui. As informações são da Anglo American.
?Fonte: Notícias de Mineração
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03 de janeiro 2018

ArcelorMittal realiza mudanças executivas

Marcelo Marino de Pena Luz deixa a função de vice-presidente de Operações da ArcelorMittal Aços Longos para assumir o cargo de CEO da Acindar Grupo ArcelorMittal, na Argentina. Luz ingressou na companhia em 1999 como Engenheiro de Produção na Usina de Cariacica e ocupou vários cargos de gerência. Em 2015, se tornou diretor de Suprimentos. Waldenir Luciano de Souza Lima assume a função que era de Luz, como vice-presidente de Operações da ArcelorMittal Aços Longos Brasil. O executivo trabalhou na ArcelorMittal Juiz de Fora por 24 anos e exerceu funções gerenciais na área Industrial, Engenharia, Manutenção e Aciaria. Em 2012, foi indicado para a Diretoria da Unidade de Juiz de Fora.
João Henrique Palmer Caldeira, por sua vez, irá suceder Lima como diretor da ArcelorMittal Juiz de Fora. Ele iniciou sua carreira na empresa em 1987 como Engenheiro Assistente do Departamento de Desenvolvimento de Produtos.  Em 2015, virou diretor da Unidade de Negócio Trefilação. Posteriormente foi diretor da Unidade de Negócio Cariacica. As informações são da ArcelorMittal. Diretor da Sotreq conquista prêmio "100 Mais Influentes da Energia 2017" O diretor da unidade de Energia da Sotreq, Maurício Garcia, foi homenageado na categoria Eficiência Energética do prêmio "100 mais influentes da energia" realizado pelo Grupo Mídia por meio da revista Full Energy . A premiação tem como objetivo premiar as personalidades que se destacaram em diferentes áreas do setor energético brasileiro no decorrer do último ano. Engenheiro eletricista e pós-graduado em Marketing e Administração, Garcia iniciou suas atividades na Sotreq em 1992, como estagiário. O executivo possui vasta experiência com sistemas de geração de energia e é responsável por projetos de alta complexidade, como o das primeiras termelétricas do Brasil, movidas a gás metano, instaladas em aterros sanitários, projetos de missão crítica e energia renovável, entre outros. As informações são da Sotreq. 
Eldorado Gold altera Conselho Administrativo
A Eldorado Gold Corporation anunciou, na última semana, algumas alterações no Conselho Administrativo que entraram em vigor na segunda-feira (1). Jonathan Rubenstein substituiu Robert Gilmore como Presidente do Conselho, que continuará como diretor. George Albino foi nomeado presidente independente. O Conselho de Administração decidiu não substituir os diretores aposentados, o que resultará em um Conselho mais enxuto e mais concentrado, composto por oito diretores, sendo sete independentes. O Conselho também reduziu a remuneração de diretor total e individual.    No Brasil, a Eldorado Gold possui o projeto de mineração de ouro Tocantinzinho, localizado em Itaituba, no Pará. As informações são da Eldorado.
Fonte: Notícias de Mineração
 

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04 de dezembro 2017

Porto do Pecém aumenta capacidade de operação com nova batimetria

Foi realizada nesta segunda-feira, 27, na sede da Capitania dos Portos, a cerimônia de assinatura da portaria de definição dos calados operacionais do Porto do Pecém. Participaram do evento o Capitão de Mar e Guerra Leonardo Salema e o presidente do Complexo Industrial e Portuário do Pecém - CIPP, Danilo Serpa. A nova definição dos calados foi realizada após um processo de atualização da batimetria (medição da profundidade do calado) com o objetivo de estabelecer novos índices operacionais para todos os oito berços do Porto do Pecém. O processo foi homologado pela Autoridade Marítima à pedido da autoridade Portuária. “As tecnologias atuais permitem realizar uma medição mais precisa das profundidades. Com a batimetria homologada conseguimos utilizar todos os berços em sua capacidade máxima em termos de tamanho e peso dos navios. A portaria agiliza ainda a operação, pois já estabelece quais navios podemos atender e em quais condições”, afirma o presidente.

Para chegar ao valor operacional de cada berço o levantamento considera também aspectos como a geografia, a interferência dos ventos e a variação das marés. O estudo foi realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisa Hidrográficas (INPH) e pelo Centro de Hidrografia da Marinha (CHM). Com a homologação das profundidades o Porto do Pecém ganha em capacidade operacional. De acordo com a Capitania dos Portos houve um ganho muito grande, já que cada 10cm a mais de calado representa o aumento médio de capacidade em cerca de 5 mil toneladas de carga por navio. Há locais em que o Pecém obteve uma atualização de até 3 metros, que equivale a poder receber navios com capacidade de carregar até 150 mil toneladas a mais do que já é operado. “Com isso o Porto do Pecém pode receber navios maiores, tanto de capacidade, como de tamanho. Tudo com profundidade natural, sem nenhum tipo de dragagem. As características da região são muito favoráveis. E nós da Capitania dos Portos temos um grande prazer em concluir esse trabalho que traz ganhos significativos para o estado do Ceará, fomenta a economia e toda a cadeia num ciclo de crescimento”, declara Leonardo Salema, Capitão de Mar e Guerra.

Fonte:
 Ascom Cearaportos?

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03 de dezembro 2017

Mineradoras aumentam investimentos em TI

A SAP, empresa alemã de sistemas de gestão empresarial, está divulgando seus serviços em análises preditivas e inteligência artificial para ajudar mineradoras que planejam uma transformação digital.  Os fornecedores de software estão registrando grandes mineradores. No ano passado, a Barrick fez um acordo com a Cisco em busca de uma mineração mais produtiva, mais rápida e segura em sua operação de ouro Cortez. A Cisco planeja automatizar os equipamentos da Barrick para aumentar a produtividade, e a Cisco diz que também usará algoritmos preditivos para melhorar a precisão e a velocidade de manutenção e metalurgia. A Goldcorp, por sua vez, aprovou a IBM neste ano para se aproveitar da inteligência artificial e utilizar todos os dados não usados sobre as minas para obter informações mais inteligentes sobre modelagem geológica e planejamento de lavra. Investir em tecnologia é uma das prioridades dos CEO de mineradoras. De acordo com a consultoria EY, um dos maiores riscos no ramo de mineração é obter eficiência digital, isso significa fazer com que os investimentos em TI tenham impactos duradouros e significativos no negócio. A rentabilidade voltou com altos preços das commodities e as mineradoras não estão mais cortando custos, mas precisam recuperar anos de investimentos perdidos. A SAP tem longa experiência na venda de sistemas para mineradoras. A companhia fornece seus produtos de ERP a grandes mineradoras desde os anos 1990. Eckhardt Siess, vice-presidente global de soluções de negócios e mineração da SAP, estima que nove em dez das principais empresas de mineração são clientes da SAP.

Em comparação com outras indústrias, Siess afirma que a falta de investimento no setor de mineração resultou em ineficiências. Ele aponta para um estudo McKinsey que estima uma queda de 3,5% na produtividade por ano na última década. Agora que algumas mineradoras voltam a investir em tecnologia, alguns estão vendo ganhos surpreendentes. A empresa australiana de minério de ferro Citic Pacific Mining usa o SAP Vehicle Insights, uma ferramenta de monitoramento para veículos leves. Ao mesmo tempo que a ferramenta fornece dados sobre o tráfego dos ativos da empresa, há um benefício adicional que resultou em um rápido retorno do investimento. Na Austrália, existe um imposto sobre o combustível, no entanto, se os veículos estão sendo usados em minas, o imposto não se aplica. Com o registro automatizado de rotas de viagens de veículos que foram mapeadas para os limites das minas, a Citic passou a pagar menos imposto sobre o combustível. Um sistema complicado e manual usado para registrar essas viagens foi eliminado. A SAP possui um serviço de inteligência artificial que a Vale decidiu usar um projeto de prova de conceito para reduzir problemas na área de suprimentos. Hélio Mosquim Júnior, gerente de Inovação de TI da Vale, escolheu o projeto, pois era uma área em que poderia ser mais eficiente. Na Vale, um grande número de requisições de compra é rejeitado porque não estão vinculados a um contrato existente. "Nós queríamos evitar todas as rejeições e o trabalho manual exigido nas aquisições. Não é apenas automatizar, mas colocar inteligência nisso", disse Mosquim em uma conferência da SAP. Siess diz que o processo de transformar minas através do uso da tecnologia digital está no início. "É óbvio que não haverá transformação sem a disponibilidade de grandes dados e sem o processamento de grandes dados." A indústria vem fazendo isso por muitos anos ", diz Siess em entrevista ao website Mining.com. Siess aponta para um estudo McKinsey que mostra que apenas 1% dos dados são realmente usados. "Eu acho que Big Data é muito importante, mas é apenas uma faceta, um elemento de um quadro global mais amplo. Trata-se da transformação digital que está acontecendo dentro da indústria de mineração".

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28 de novembro 2017

Exportações do setor agropecuário crescem mais de 150% em um ano

O indicador mensal de Comércio Exterior do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre/Icomex), que traz os principais dados da balança comercial brasileira, mostram aumento de 31,7% no volume exportado no país em outubro último, em comparação a outubro do ano passado. Já o volume das importações no mesmo período cresceu 26%. Os dados divulgados pela FGV revelam crescimento de 151% no volume exportado pelo setor agropecuário. O resultado é recorde e supera o de setembro, que também já havia sido recorde e, consequentemente, todas as variações registradas nos meses anteriores entre 2016 e 2017. Já a indústria de transformação apresentou a segunda maior variação, com crescimento de 25,7%, superando pela primeira vez no ano o crescimento das exportações da indústria extrativa, que fechou em outubro com crescimento de 21,4% sobre o mesmo mês do ano passado. Os destaques da indústria de transformação foram as vendas de automóveis para os mercados da América do Sul e para novos mercados, como a Arábia Saudita, justificando, segundo a FGV, “o bom desempenho do setor de bens duráveis da indústria de transformação”.

Os dados indicam que o preço das exportações aumentou em relação a setembro e cresceu 4,7% na comparação entre os meses de outubro de 2016 e 2017. “As principais contribuições para esse aumento foram do minério de ferro, com crescimento de 51% e petróleo e derivados (17,3%). As contribuições foram importantes para o saldo positivo na balança, uma vez que o preço de alguns dos principais produtos agrícolas caiu, como foi o caso do complexo da soja, cujo recuou chegou a 10,3%. A nota da FGV indica ainda que, no caso das importações, a liderança no volume importado coube aos bens semiduráveis, que chegou a crescer 34%, seguido dos bens duráveis, com expansão de 26%. A FGV também observou desaceleração no ritmo de crescimento das importações de capital em relação ao resultado da comparação mensal de setembro, passando dos 71,5% da comparação setembro 2016/setembro 2017 para 25,6% entre outubro 2016/17. “Observa-se, porém, que é o terceiro resultado seguido de variação positiva, o que sinaliza uma possível recuperação da taxa de investimento da economia”, ressaltou a nota da FGV.

Fonte: EBN?
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27 de novembro 2017

Exportações do setor agropecuário crescem mais de 150% em um ano

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra de uma participação minoritária da Agrícola   Alvorada, empresa de revenda de grãos e produtos agrícolas, pela  Bunge  Brasil. A fatia adquirida pela multinacional americana e o valor da transação não foram divulgados. A decisão foi publicada hoje no Diário Oficial da União.  A Agrícola Alvorada, com sede em Primavera do Leste (MT), conta com oito filiais em cinco municípios de Mato Grosso. A empresa, fundada em 2002, tem armazenagem própria e, em 2006, entrou na atividade de revenda de insumos agrícolas - hoje, comercializa defensivos da Basf e da Rotam, sementes da Monsanto e fertilizantes. Desde 2008, a Agrícola Alvorada  trabalha com beneficiamento de sementes para comercialização de painço, capim sudão, milheto, sorgo e outros, bem como na segregação de soja e milho convencional.

Em parecer, o Cade pontuou que a participação da Bunge na área de armazenagem é  “serviço cativo intragrupo sendo que, em 2016, apenas uma parcela mínima da capacidade de armazenamento dos silos da Bunge foi dedicada à armazenagem de grãos de terceiros”. Além desse fato, argumentou o parecer do Cade, “ as partes defendem que suas atividades se dão em mercados geográficos distintos e visando a clientelas com perfis completamente diferentes”. Sobre a comercialização de grãos, o parecer destacou que o mercado é pulverizado e a participação conjunta das requerentes, após a operação, ficará entre 10%  e 20%  no mercado de comercialização de soja e entre 0% e 10%  no mercado  de milho. “Portanto, a operação não eleva a participação de mercado das partes acima do percentual de 20%. Ademais, a participação da Alvorada tem pouca representatividade em relação à Bunge, o que ratifica, de certa forma, a justificativa estratégica apresentada pelas partes com relação à operação em tela”, afirmou o Cade, em parecer.
 
Fonte:Valor 
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06 de novembro 2017

Gerdau inaugura uma nova usina na Argentina

Planta tem capacidade instalada anual de 650 mil toneladas de aço.
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A Gerdau, líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo, inaugurou nesta terça-feira (31) uma nova usina produtora de aço (foto) na cidade de Pérez, província de Santa Fé, Argentina. Há mais de 40 anos não se construía uma usina dessas características no país.  A construção da nova usina, iniciada em 2014, representou um investimento de US$ 232 milhões e a geração de mais de 800 postos de trabalho, entre empregos diretos e indiretos, e vale destacar que esse número passou de 1 mil trabalhadores durante a fase de obras. A nova aciaria, que está a seis quilômetros da unidade de laminação da Gerdau localizada na mesma cidade, tem uma capacidade instalada anual de 650 mil toneladas de aço produzidos a partir da fusão de sucata ferrosa, utilizando tecnologia de última geração. “Este investimento de mais US$ de 232 milhões marca o começo da nossa produção de aço na Argentina e reforça nosso compromisso com o país. A Argentina é um mercado estratégico para nós e esta nova usina fortalece a posição da Gerdau na região”, declarou André Gerdau Johannpeter, CEO da Gerdau.
“A nova aciaria não tem apenas relevância para a empresa, mas também é de grande importância para a Argentina, visto que será possível integrar o processo de elaboração e laminação do aço, substituindo as importações de matérias-primas com valor equivalente a US$ 100 milhões anuais. Isso resulta em um aumento da capacidade instalada de produção de aços longos no país em 34%”, destacou Fernando Lombardo, diretor executivo da Gerdau na Argentina e Uruguai.

Fonte:Amanhã
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05 de novembro 2017

Governo aprova dois parques eólicos que aguardavam licença desde 2008

Parques de Maunça (Batalha) e Vigia (Tarouca) implicam um investimento de 50 milhões de euros , Os concelhos da Batalha (distrito de Leiria) e Tarouca (Viseu) viram aprovados por Jorge Seguro Sanches, secretário de Estado da Energia, dois novos parques eólicos da EDP Renováveis. As candidaturas à atribuição de licenças datam de 2008, mas só agora viram a sua aprovação. Em causa está um investimento de 50 milhões de euros nos parques eólicos de Maunça (20 megawatts) e e de Vigia (28 megawatts). De acordo com um comunicado do gabinete de Seguro Sanches: “A instalação destes projetos, ainda com tarifas feed-in – tarifas subsidiadas –, insere-se na lógica de estabilidade contratual e regulatória assumida pelo governo para o setor”. Segundo a mesma fonte os projetos terão “uma considerável incorporação industrial nacional, de acordo com as contrapartidas do contrato, assumidas pelo promotor com o Estado”. A secretaria de Estado da Energia realça que estes dois projetos marcam o ponto final nas tarifas subsidiadas à produção de eletricidade: “A evolução tecnológica, entretanto registada nos últimos anos, combinada com o forte potencial solar nacional impôs, no entanto, uma mudança de paradigma no setor das energias renováveis”.
 
Neste contexto, refere a Secretaria de Estado da Energia, a “aposta do governo” passa agora pela “promoção de projetos renováveis, sem tarifa feed-in, que penalizem a fatura de energia, em especial das famílias”. Até agora já foram aprovadas 14 centrais solares fotovoltaicas, com uma capacidade de produção de 521 megawatts e ainda se encontram para aprovação vários parques eólicos solar fotovoltaicos capazes de produzir mais 2000 megawatts. Em termos de biomassa, a capacidade instalada de 182 megawatts será aumentada em breve mais 60 megawatts.
 
Fonte: ?Sol
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30 de outubro 2017

Maggi destaca importância da Embrapa para o agronegócio

“A Embrapa dá ao Brasil a legitimidade de chegar em qualquer lugar do mundo e dizer que somos um país agrícola e respeitamos o meio ambiente, pois temos 66% de área preservada”, destacou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, nesta segunda-feira (23), durante visita à sede da Embrapa Monitoramento por Satélite, em Campinas (SP). O ministro conheceu o trabalho feito no local, com mapas e informações sobre áreas preservadas, plantadas, reservas indígenas e terras usadas na reforma agrária. De acordo com o chefe da unidade, Evaristo Miranda, com base nesses dados, o governo, incluídos a Casa Civil e Ministério do Planejamento, executa políticas de desenvolvimento, de infraestrutura. Outra tecnologia apresentada foi a Embrapa Territorial, que está desenvolvendo o Sistema de Inteligência Territorial da Macrologística Agropecuária, que permite acompanhar dados de preservação. O Sistema monitora dez cadeias produtivas, com informações sobre produção anual, destinação, movimentação interna, externa, subprodutos, fluxo de cargas , picos de exportações e informações de cada região produtora. Incluem a cadeia de grãos, açúcar e álcool e pecuária, entre outras.
Congresso Internacional do Trigo

Em Campinas, Blairo Maggi, ainda participou 24º Congresso Internacional da Indústria do Trigo, promovido pela associação brasileira do setor (Abitrigo). Ele destacou a força da agroindústria do país e da cadeia do cereal. O ministro lembrou que, no último mês de setembro, os produtos agrícolas representaram 45,8% das exportações totais brasileiras, direcionadas para mais de 150 países.

Fonte: Cenário
 
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24 de outubro 2017

Vale bate recorde de produção no 3º tri

Impulsionada pelo bom desempenho em Carajás, no Pará, a produção de minério de ferro da Vale atingiu volume recorde no terceiro trimestre, e alcançou 95,1 milhões de toneladas, 3,3% acima de igual período de 2016. O mercado considerou o resultado dentro das expectativas. Nas outras áreas de negócios da mineradora, também houve melhorias, caso do níquel e do cobre, nos metais, e do carvão. No relatório de produção divulgado ontem, a Vale reconheceu que os volumes de vendas de minério de ferro para o terceiro trimestre foram menores do que os volumes de produção, levando a um "leve" aumento dos estoques como resultado de necessidades operacionais e estratégias de mercado. Os números de vendas serão conhecidos na quinta-feira, quando a empresa divulgar o balanço financeiro do terceiro trimestre. A corretora Itaú BBA, por exemplo, projeta vendas de 90 milhões de toneladas para o período. Essa projeção, se confirmada, indica uma relação entre o volume produzido e o volume vendido de 94%, acima da relação do segundo trimestre que situou-se em 89% (produção de 92 milhões de toneladas de vendas de 82 milhões de toneladas). Um aspecto relevante, na visão da corretora, é que os impactos para a Vale da formação de estoques no exterior, sobretudo na China, perto dos clientes, chegam ao fim no terceiro trimestre.

A Vale afirmou que os estoques "offshore" chegaram a 30% em relação ao estoque total no terceiro trimestre, o dobro do verificado em 2015 e em 2016, de 15%. "A expectativa é de manter os 30% do total do estoque offshore até o fim de 2017", informou a empresa. A Itaú BBA disse em relatório que o fato de os estoques "offshore" terem chegado em 30% dos estoques totais no terceiro trimestre (o percentual foi de 28% no segundo trimestre) significa que os volumes de vendas podem ficar mais próximos dos volumes de produção nos próximos trimestres. A Vale também reafirmou no relatório que a produção de minério de ferro para 2017 deve ficar próxima do "piso" da meta fixada para o ano, que é entre 360 milhões e 380 milhões de toneladas. A empresa enfatizou que a decisão de ficar no limite inferior da banda está em linha com a estratégia de privilegiar margens ao invés de volumes nas operações de minério de ferro. Como resultado, a Vale cortou 19 milhões de toneladas, em base anualizada, de minérios com alto teor de sílica, em Minas Gerais.

No terceiro trimestre, foi determinante para o recorde no minério de ferro a produção de 45 milhões de toneladas em Carajás, 16,4% acima do mesmo período do ano passado. O crescimento da produção do S11D, inaugurado no fim de 2016, contribui para o resultado. No níquel, a produção alcançou 72,7 mil toneladas, alta de 10,2% sobre o segundo trimestre deste ano e queda de 4,3% sobre o terceiro trimestre de 2016. No cobre, a produção atingiu 118,8 mil toneladas, aumento de 6,6% sobre julho-setembro de 2016. Já no carvão a alta foi de 83% com a produção atingindo 3,2 milhões de toneladas no terceiro trimestre.

Fonte: Valor 

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