11 de dezembro 2018

Encontro do Programa Bate-Papo com a Diretoria

Ocorreu no dia 22 de novembro o encontro do programa Bate-Papo com a Diretoria. Participaram do evento os diretores da empresa, o RH e os colaboradores que completaram aniversário de empresa em Setembro e Outubro, além de alguns homenageados dos Muitos Anos 2018.
O Programa está alinhado com as práticas de comunicação interna da TMSA uma vez que proporciona a integração e a comunicação entre todos os níveis da empresa (diretoria, liderança e colaboradores). É um momento de aproximação, trocas de experiências, conhecimento e novas ideias para o fortalecimento da empresa.
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10 de dezembro 2018

XV Seminário de Aprendizagem Acompar

Aconteceu no dia 28 de novembro o XV Seminário do Programa de Aprendizagem promovido pela ACOMPAR (Ação Comunitária Participativa), onde os aprendizes da TMSA apresentaram os seus trabalhos sobre educação ambiental, cidadania e sustentabilidade.
Temos muito orgulho em participar e contribuir para o desenvolvimento dos jovens aprendizes.
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29 de novembro 2018

Setor de máquinas e equipamentos cresceu 7,7% neste ano

Abimaq está otimista com o resultado e acredita em uma reação do mercado doméstico em 2019.Puxada pelo bom desempenho das exportações, a indústria de máquinas e equipamentos encerrou outubro com um faturamento de R$ 65,1 bilhões no acumulado do ano, o que significa um crescimento de 7,7% sobre os dez primeiros meses de 2017 e uma alta de 14,4% sobre igual mês do ano passado. Na comparação com setembro último, houve expansão de 1,9%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (27) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). A entidade destaca que o resultado foi puxado pelas exportações, com elevação de 10,3% com US$ 8,1 bilhões. Só em outubro, foram adicionados US$ 96 milhões ou 29,1% mais do que no mês anterior. Entre os itens mais vendidos ao exterior estão componentes como válvulas e bombas. 

De acordo com a Abimaq, em razão da crise econômica da Argentina, os negócios no Mercosul recuaram 11,9%, enquanto para aos Estados Unidos as vendas aumentaram 28,8% e para a Europa 44,6%. No mercado interno, as vendas caíram 0,7% , no acumulado do ano, mas foram 13,2% superiores a outubro de 2017. Apesar do bom desempenho estar associado ao câmbio favorável e à demanda externa, o presidente da Abimaq, João Carlos Marchesan, está otimista com o resultado e acredita em uma reação do mercado doméstico no próximo ano. “Estamos vivendo um momento de recuperação e temos a perspectiva de que o Brasil volte e a crescer e atinja uma alta entre 2,5% a 3% no PIB”, avalia. O dirigente informou ter saído esperançoso da conversa de mais de duas horas que teve na segunda-feira (26) com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, da equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro. “Ele manifestou interesse em manter diálogo constante com a indústria, prevendo a volta de um crescimento de 5% ao ano e nós construímos uma ponte para isso”, afirmou Marchesan. Ele também revelou que pretende pedir ao governo federal que conceda uma suplementação de R$ 3 bilhões à linha de financiamento para compra de máquinas agrícolas, pois o montante previsto por meio do Moderfrota teve se encerrar em fevereiro do próximo ano. 

Ainda segundo os dados da Abimaq, em outubro o consumo de máquinas e equipamentos importados aumentou 23,4% sobre setembro último e 23% na comparação a outubro do ano passado e grande maioria foi comprada da China (18,5%) e Estados Unidos que eram os líderes entre os fornecedores com 22% passaram a representar 17% das importações. Na terceira posição está a Alemanha (15,8%). No acumulado do ano, as importações atingiram US$ 12,3 bilhões ou 16,4% acima de 2017. A base de empregados no setor atingiu em outubro 302,6 mil pessoas com alta de 0,3% entre setembro e outubro e 4,2% superior a outubro do ano passado. Ao longo do ano, foram abertas 13,5 mil vagas.

Fonte: Amanhã 
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13 de novembro 2018

Obra vai triplicar capacidade de exportação do Porto de Paranaguá

Em apenas três meses de execução, a obra que vai triplicar a capacidade de movimentação de grãos do Porto de Paranaguá, passando dos atuais 2 milhões de toneladas de grãos para 6,5 milhões de toneladas - está avançando e sem atrasos.

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) destinou recursos próprios que somam R$ 177,5 milhões para a ampliação e modernização dos berços 201 e 202.

Já foram concluídas as etapas de sondagem e verificação do solo e está em andamento a execução das estacas de ampliação e reforço do cais e das estacas dos pórticos.

O contrato também prevê a instalação de dois carregadores de navios de 2 mil toneladas/hora – hoje operando com 1000 toneladas/hora e 1.500 toneladas/hora-, instalação de passarela de pedestres, troca de defensas, espaçadores metálicos, a instalação de novo dolfim (coluna) de amarração de navios e das correias transportadoras de grãos e açúcar que estão sendo fabricados.

O prolongamento em 100 metros do berço 201, no extremo oeste do Porto, permitirá a atracação de navios de grande porte no local. A previsão de término de entrega da obra é para 13 de março de 2020.

FISCALIZAÇÃO - De acordo com o presidente da Appa, Lourenço Fregonese, atualmente o contrato está dentro do prazo e sem atrasos. “Temos uma equipe de fiscalização permanente acompanhando a obra, para garantir o cumprimento dos prazos e a qualidade dos serviços contratados. Além disso, os engenheiros da Appa verificam na fábrica os equipamentos que serão instalados neste projeto do Porto de Paranaguá”, afirmou.

Paralelamente ao setor de engenharia, a equipe da Diretoria e Meio Ambiente fiscaliza o cumprimento das condicionantes exigidas pelo órgão ambiental no licenciamento da obra.

O diretor de Operação do Porto de Paranaguá, Luiz Teixeira da Silva Junior, que atua na Appa há 42 anos, conta que as obras de ampliação e melhorias do cais oeste respondem a um desejo antigo da comunidade portuária. “É uma grande conquista para o Porto. São 28 anos de espera por esta obra que, desde 1990, já teve três versões do projeto elaborado”, diz Teixeira.??

BENEFÍCIOS - As mudanças trarão mais agilidade nas operações do Porto e a possibilidade de atracação de navios maiores e mais pesados, de até 80 mil toneladas de porte bruto (TPB).?? A obra também dará um fôlego extra ao setor leste do Porto de Paranaguá, que está sobrecarregado e não pode mais ser ampliado.

Segundo projeto apresentado pela Appa, o setor leste já vem trabalhando com demanda reprimida, principalmente em relação a graneis sólidos vegetais, e está próximo ao seu limite logístico e operacional.

Com a ampliação do cais oeste, a movimentação de cargas será triplicada, descongestionando o setor leste, e abrindo novas alternativas de escoamento para o agronegócio do Paraná.

 

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12 de novembro 2018

Mais Conforto na Parada de ônibus TMSA

A TMSA , depois de promover um clima confortável na área de descanso, agora o momento é a segurança e bem-estar dos colaboradores e comunidade.

O projeto da nova parada de ônibus em frente a TMSA, contou com ajuda dos colaboradores internos.

Parabéns aos envolvidos pela iniciativa, que os colaboradores e comunidade, façam bom uso!

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05 de novembro 2018

TMSA conta com área de descanso e lazer

A TMSA preocupada cada vez mais na qualidade de vida dos colaboradores e com o meio ambiente, criou a área de descanso ao ar livre, localizada próximo à entrada da empresa, onde conta agora com mesas de dama.

Entretanto, este projeto não poderia ter dado certo sem a ajuda dos colaboradores internos, que desenvolveram e construíram as mesas de dama através das sobras de sucatas.

Além desse ambiente, a empresa dispõe de um Centro de Lazer, onde é possível reunir os colegas para um churrasco, jogar sinuca, fla-flu e pingpong.

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31 de outubro 2018

Parabéns a equipe TMSA!

Parabéns a equipe TMSA, além de levar a taça para casa com o placar de 4 x3, obtivemos reconhecimento pelo foco e disciplina.

Também ganhamos as medalhas de goleiro menos Vazado com Eduardo Santos de Oliveira, e medalha de artilheiro com Roberto Pereira.

Agora, e se preparar para a classificação regional que acontece no dia 25/11/2018 no Sesi Canoas.

Estamos juntos pela torcida!!!!

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23 de outubro 2018

Conab prevê safra de até 238 milhões de toneladas de grãos em 2018/19

A produção estimada para o primeiro levantamento da safra 2018/19 indica um volume entre 233,6 e 238,5 milhões de toneladas, divulgou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta quinta-feira (11) De acordo com a entidade, a safra deve subir entre 2,5 e 4,7%, em relação ao período 2017/18. Isso significa que a produção nacional poderá aumentar entre 5,6 e 10,6 milhões de toneladas. A entidade também prevê que a safra de soja 2018/19 do Brasil deve alcançar entre 117,04 milhões e 119,42 milhões de toneladas.

 

O milho total pode chegar até 91,1 milhões de toneladas. De acordo a Conad, a primeira safra de milho pode ser maior em relação à passada, alcançando entre 26 e 27,3 milhões de toneladas, enquanto a segunda seria de até 63,7 milhões de toneladas.
Algodão e milho em alta
Outras safras que devem aumentar a produção são algodão, amendoim, feijão-comum cores e girassol. O plantio do algodão foi estimulado pelo bom desempenho das dotações de pluma, no mercado interno e externo, e a expectativa é de recordes na área plantada.
Em relação ao milho, a grande aposta dos produtores é a expectativa de normalização das chuvas para a temporada que se inicia, informa a Conad. Os fatores que impulsionam o milho vêm de exportação para o mercado chinês, os reflexos da taxa de câmbio e a fabricação de etanol a partir de milho, além do forte mercado interno produtor de proteína animal. Com relação à área total de grãos no país, a perspectiva é de aumento de 0,2 a 2,3% para o plantio da safra 2018/19, que poderá variar de 61,9 a 63,1 milhões de hectares.
Fonte: G1
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15 de outubro 2018

Boa fase agrícola puxa vendas de máquinas no país

Depois de dois meses de um mercado particularmente aquecido, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) ajustou para cima sua projeção para o incremento das vendas de máquinas agrícolas no país em 2018. As montadoras do segmento representadas pela entidade (AGCO, CNH Industrial, John Deere, Caterpillar e Agrale) já estimavam que haveria avanço desde o início do ano, tendo em vista os bons resultados da agricultura brasileira e o fraco nível de vendas de tratores e colheitadeiras que dava o tom desde 2015. Mas, depois de computados os números comercializados em agosto e setembro - e desprezando qualquer eventual efeito eleitoral sobre o ânimo dos produtores rurais -, o aumento previsto passou a ter dois dígitos.

De acordo com dados divulgados ontem, as vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias - estas representam menos de 5% do total -, somaram 4.919 unidades no mês passado, quase o mesmo patamar de agosto, quando houve uma reação significativa, e 17,5% mais do que em setembro de 2017. Com isso, nos primeiros nove meses deste ano a comercialização totalizou 34.564 unidades, um crescimento de 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado. E, como encomendas continuam sendo fechadas, a Anfavea passou a prever que o resultado de 2018 como um todo será 10,8% superior ao visto em 2017. Se confirmado o cenário, as vendas vão alcançar 47 mil unidades, ante as 42,4 mil do ano passado. No início do ano, a Anfavea previa 44 mil unidades, o que seria um avanço de 3,8%; em julho, depois de "precificada" mais uma safra de grãos robusta, com recorde no caso da soja, a estimativa subiu para 45,4 mil, o que significaria um aumento de 7,1%.

"O aumento acumulado de janeiro a setembro continuou inferior à média dos últimos dez anos, mas o segmento está no caminho da recuperação. O fato é que o agronegócio tem trazido boas notícias para o país nos últimos anos", afirmou Antonio Megale, presidente da Anfavea, em entrevista coletiva em São Paulo. "A disputa comercial entre Estados Unidos e China tem beneficiado a soja brasileira, e a queda da área plantada com o grão nos EUA também tende a ser favorável. Estamos otimistas", disse Alfredo Miguel Neto, vice-presidente da entidade responsável pela área de máquinas agrícolas e rodoviárias. Miguel Neto observou, contudo, que a situação poderia estar melhor, não fossem os ainda escassos investimentos em infraestrutura logística e em telecomunicações no país. "A conectividade no campo ainda deixa a desejar", afirmou. O céu das máquinas só não está de brigadeiro porque as exportações estão sofrendo os reflexos da crise na Argentina, principal destino no exterior das vendas de tratores e colheitadeiras produzidos no Brasil.

Com mais uma queda em setembro, os embarques somaram 9.721 unidades nos primeiros nove meses do ano e deverão chegar, segundo as novas projeções da Anfavea, a 14 mil unidades até o fim de dezembro, mesmo resultado do ano passado. Impulsionada portanto pelas vendas domésticas, a produção de máquinas agrícolas e rodoviárias no país em 2018 deverá crescer 15,1% em relação a 2017, para 61 mil unidades. Até setembro foram 46.197 mil, 9,2% mais que nos nove primeiros meses do ano passado.

Fonte: Valor

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15 de outubro 2018

Yara chega a acordo para adquirir 100% da Galvani

Depois de dois meses de um mercado particularmente aquecido, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) ajustou para cima sua projeção para o incremento das vendas de máquinas agrícolas no país em 2018. As montadoras do segmento representadas pela entidade (AGCO, CNH Industrial, John Deere, Caterpillar e Agrale) já estimavam que haveria avanço desde o início do ano, tendo em vista os bons resultados da agricultura brasileira e o fraco nível de vendas de tratores e colheitadeiras que dava o tom desde 2015. Mas, depois de computados os números comercializados em agosto e setembro - e desprezando qualquer eventual efeito eleitoral sobre o ânimo dos produtores rurais -, o aumento previsto passou a ter dois dígitos.

De acordo com dados divulgados ontem, as vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias - estas representam menos de 5% do total -, somaram 4.919 unidades no mês passado, quase o mesmo patamar de agosto, quando houve uma reação significativa, e 17,5% mais do que em setembro de 2017. Com isso, nos primeiros nove meses deste ano a comercialização totalizou 34.564 unidades, um crescimento de 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado. E, como encomendas continuam sendo fechadas, a Anfavea passou a prever que o resultado de 2018 como um todo será 10,8% superior ao visto em 2017. Se confirmado o cenário, as vendas vão alcançar 47 mil unidades, ante as 42,4 mil do ano passado. No início do ano, a Anfavea previa 44 mil unidades, o que seria um avanço de 3,8%; em julho, depois de "precificada" mais uma safra de grãos robusta, com recorde no caso da soja, a estimativa subiu para 45,4 mil, o que significaria um aumento de 7,1%.

"O aumento acumulado de janeiro a setembro continuou inferior à média dos últimos dez anos, mas o segmento está no caminho da recuperação. O fato é que o agronegócio tem trazido boas notícias para o país nos últimos anos", afirmou Antonio Megale, presidente da Anfavea, em entrevista coletiva em São Paulo. "A disputa comercial entre Estados Unidos e China tem beneficiado a soja brasileira, e a queda da área plantada com o grão nos EUA também tende a ser favorável. Estamos otimistas", disse Alfredo Miguel Neto, vice-presidente da entidade responsável pela área de máquinas agrícolas e rodoviárias. Miguel Neto observou, contudo, que a situação poderia estar melhor, não fossem os ainda escassos investimentos em infraestrutura logística e em telecomunicações no país. "A conectividade no campo ainda deixa a desejar", afirmou. O céu das máquinas só não está de brigadeiro porque as exportações estão sofrendo os reflexos da crise na Argentina, principal destino no exterior das vendas de tratores e colheitadeiras produzidos no Brasil.

Com mais uma queda em setembro, os embarques somaram 9.721 unidades nos primeiros nove meses do ano e deverão chegar, segundo as novas projeções da Anfavea, a 14 mil unidades até o fim de dezembro, mesmo resultado do ano passado. Impulsionada portanto pelas vendas domésticas, a produção de máquinas agrícolas e rodoviárias no país em 2018 deverá crescer 15,1% em relação a 2017, para 61 mil unidades. Até setembro foram 46.197 mil, 9,2% mais que nos nove primeiros meses do ano passado.

Fonte: Valor

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03 de setembro 2018

Uma tecnologia para domar os mares

Como domar os movimentos da maré a ponto de permitir uma caminhada tranquila sobre uma passarela flutuante em alto mar?

A resposta está sendo dada na forma de um protótipo de plataforma de stewart, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e pela TMSA, empresa gaúcha fornecedora de equipamentos para terminais portuários e movimentação de granéis.

Também chamado sistema anti-heave, o equipamento foi projetado e construído para demonstrar como a tecnologia robótica aliada aos recursos avançados da hidráulica proporcional pode resolver este problema. O sistema atenua automaticamente o efeito das oscilações das ondas e da maré para a transposição segura de cargas e tripulantes nas embarcações, e pode equipar outros ativos que requerem estabilidade para operar, como guindastes e até helipontos.

Solução offshore

Com o objetivo de atender uma demanda real (estabilizar a movimentação de cargas entre embarcações), a TMSA buscou a parceria da UFRGS para criar o sistema anti-heave. A iniciativa contou com o financiamento da Finep, através do edital Navipeças, e o apoio da Parker.

O protótipo foi mostrado no estande da Parker durante a Feimec, exposição realizada em São Paulo. Formado por duplo conjunto de seis cilindros hidráulicos controlados por computador (foto), o equipamento exibido na feira simulava os movimentos do mar e compensava automaticamente essas oscilações, proporcionando o nivelamento da plataforma.

Desempenho ideal

"Esse tipo de configuração com robôs paralelos permite atuar em seis graus de liberdade", explica Pablo Leonardelli, da UFRGS. "Com essa solução, conseguimos alcançar nivelamento próximo do absoluto", informa. A combinação da atuação linear de cada um dos cilindros permite obter até 95% de atenuação do heave (movimentos verticais). Este índice garante condição operacional para a maioria das aplicações offshore.

Desenvolvido no LAMECC – Laboratório de Mecatrônica e Controle da UFRGS, o sistema de controle do equipamento processa em tempo real os dados enviados pelos sensores para o imediato acionamento dos cilindros hidráulicos.

Manifolds garantem que a potência hidráulica seja distribuída de modo uniforme a cada um dos cilindros. Todos os componentes hidráulicos empregados no projeto foram fornecidos pela Parker: unidade hidráulica, cilindros, válvulas proporcionais, manifolds, mangueiras e sensores de pressão e posição.

Tendo comprovado a eficácia da plataforma anti-heave, a equipe da UFRGS/TMSA comemora: "Estamos prontos para oferecer esta solução em escala comercial".

Consultor de Vendas da Parker, Rogério Foesten destaca a união de forças entre os universos acadêmico e corporativo. "Essa aproximação traz vantagens para ambos e contribui para a qualificação profissional dos formandos".

Os interessados podem contatar o LAMECC pelo e-mail lamecc@ufrgs.br

Saiba mais: 0800 727 5374 ou e-mail falecom@parker.com.

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02 de setembro 2018

Um dos maiores Transportadores Tubular do Brasil, com 4,17km de extensão

O Sistema de Transporte de Carvão que alimentará a Usina Termoelétrica Pampa Sul entrou em fase de testes com carvão no início de Agosto.
A TMSA e SQgroup desenvolveram, em consórcio, todos os projetos, desde a execução das obras civis até os testes dos equipamentos. Neste momento, os equipamentos estão na fase de testes operando com carvão para verificação do desempenho projetado para o sistema e Aceitação Provisória das obras pelo cliente.
Nesta etapa estão sendo aferidos diversos parâmetros previstos em projeto, dentre os quais: capacidade de transporte de 550 t/h de carvão, ruído e particulados emitidos pelos equipamentos.
A entrega da obra está programada para a primeira quinzena de outubro.
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