03 de setembro 2017

JBS anuncia criação de nova empresa de fertilizantes no país

A JBS anunciou investimento de mais de R$ 30 milhões na criação de uma empresa de fertilizantes, operação que deve começar daqui a um ano, ainda sem local definido. A nova divisão fará parte da JBS Novos Negócios e “reforça a diretriz da unidade de negócios de aproveitamento máximo dos resíduos orgânicos gerados pela JBS”, informa anúncio feita pela companhia. A unidade transformará os resíduos orgânicos do processamento da carne bovina, suína e de frango, assim como dos confinamentos, em produtos de maior valor agregado. “Teremos um processo industrial tecnológico, que vai agregar alto valor aos fertilizantes. O produto poderá ser usado nas grandes culturas, como soja, milho, café e algodão, assim como em hortícolas e frutíferas”, explica Susana Martins Carvalho, mestre em engenharia agrônoma, contratada para presidir a nova empresa. De acordo com ela, cerca de 75% dos fertilizantes usados hoje no país são importados. “Além disso, os resíduos orgânicos gerados em nossas operações deixam de ser um custo para se transformar em receita”, afirma no comunicado.


Fonte: Correio do Estado

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01 de setembro 2017

Grupo Rocha amplia capacidade de Paranaguá

Na edição do mês de Setembro da revista Portos e Navios o projeto realizado para o cliente Rocha Terminais Portuários e Logística ganha destaque. O terminal inicia as operações nesta primeira fase com dois silos horizontais, capacidade de armazenagem de 73 mil toneladas de soja cada um, totalizando 146 mil toneladas, podendo atingir 270 mil toneladas numa segunda etapa do projeto.

A construção foi contratada no modelo turn key, com prazo de execução de 18 meses. A execução do projeto coube à Zortéa Construções Ltda e as empresas parceiras TMSA e Nova Era, fornecedoras de equipamentos mecânicos e aspiração de pó.

Confira a reportagem na edição de setembro da Revista Portos e Navios!
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29 de agosto 2017

Terminal Multicargas do Porto do Açu bate recorde de produtividade

O Porto do Açu alcançou seu recorde de produtividade na movimentação de coque, realizada ao longo da última semana, no Terminal Multicargas (T-MULT). O navio Themistocles, que estava carregado com 53 mil toneladas do granel, ficou em operação de quarta-feira à sábado, completando uma média de descarregamento de 16,3 mil toneladas por dia. A produtividade aumentou em 20,6 %, se comparada ao último recorde registrado, em uma operação com carvão, em março deste ano. A descarga do material foi otimizada pelo suporte de 18 caminhões basculantes na movimentação, que inclui o transporte da carga desde o cais até o pátio de granéis. Os veículos pertencem à Cooperlog, uma cooperativa de transporte de São João da Barra, que foi contratada pelo Porto do Açu para atuar também nas próximas três operações envolvendo granéis sólidos no T-MULT. Estão previstas, até setembro, a chegada de mais 50 mil toneladas de coque e outras 100 mil de carvão.

A cooperativa sanjoanense, que já havia prestado serviço para outras empresas instaladas no Porto, está otimista com o resultado do primeiro trabalho no Terminal Multicargas. “Ter a oportunidade de atuar dentro do Porto do Açu, no nosso município, é essencial para a nossa cooperativa, que foi criada no último ano. Além deste contrato ser fundamental para nossos 23 cooperados, ele possibilita o trabalho perto de casa e das nossas famílias. Agora, nosso objetivo é nos estruturar ainda mais para atender novas demandas do Complexo Portuário”, afirmou Alberto Pereira Chagas, presidente da Cooperlog.

Multicargas

O Terminal Multicargas (T-MULT) do empreendimento, em operação desde junho de 2016, já movimenta bauxita, coque, carvão siderúrgico, carga de projetos e carga geral. Além disso, o terminal tem autorização para operar qualquer tipo de granéis sólidos e líquidos, contêineres e veículos. Representando uma nova alternativa de escoamento para o Sudeste brasileiro, o T-MULT conta com 160 mil m² de área alfandegada. O terminal conta com 14,5 metros de profundidade, 500 metros de cais e mais de 200 mil metros quadrados de área total. A capacidade anual de movimentação de granéis sólidos e carga geral é de aproximadamente 4 milhões de toneladas nesta primeira fase. Entre os equipamentos disponíveis no terminal estão dois guindastes MHCs Terex/Gottwald 4406B, que possuem um alcance de lança de 46 metros cada e capacidade de içamento de carga de até 100 toneladas.

Fonte: Portos e Navios
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28 de agosto 2017

Porto de Paranaguá bate recorde de carregamento em 24 horas

O Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá bateu mais um recorde . Desta vez foi o de embarque de grãos num período de 24 horas pelo Corredor de Exportação. Ao todo, foram embarcadas 134.057 toneladas de milho e farelo de soja nos três berços do corredor. A marca foi atingida na quarta-feira (16). O carregamento supera em 18,7% o recorde anterior, alcançado em agosto de 2014, quando foram embarcadas no corredor de exportação 112.900 toneladas de grãos no intervalo de 24 horas.
O resultado comprova o aumento de produtividade do Porto de Paranaguá no escoamento de grãos, após investimentos públicos que totalizam cerca de R$600 milhões. “Tivemos muitos dias de chuva na última semana. Bastou que tivéssemos uma janela de tempo bom para que voltássemos a carregar com agilidade máxima no corredor de exportação”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.
DetalhesOs navios que contribuíram para o recorde carregaram das 16hs do dia 15 de agosto até as 16hs do dia 16 de agosto. No berço 212 estava atracado o navio Star Nina, vindo da Índia com destino à Holanda, e que carregou em 24h 40.384 toneladas de farelo de soja. No berço 213, o navio Three Star – vindo da Índia com destino a Singapura – carregou 44.764 toneladas de milho. Já no berço 214, o navio Ssi Excellent – vindo da África do Sul com destino ao Japão – carregou 48.908 toneladas de milho.

Investimentos

O Porto de Paranaguá recebeu, desde 2011, o maior pacote de investimentos da sua história. Foram R$ 624 milhões em obras que deram mais agilidade e aumentaram a produtividade do porto. Prova disso é que inúmeros recordes foram batidos nos últimos anos. No primeiro semestre de 2017, por exemplo, foi registrada a maior movimentação da história do Porto em um período de seis meses: 25 milhões de toneladas operadas. Além da expansão nos granéis sólidos, o Porto registrou os maiores volumes de movimentação de cargas gerais (veículos, equipamentos agrícolas, peças industriais) e granéis líquidos em sua história neste mesmo período.
Entre os investimentos estão obras de repotenciamento, reformas do cais, troca de equipamentos, campanhas de dragagem e novos processos automatizados que dão mais agilidade e segurança nas operações Foram adquiridos quatro novos shiploaders (equipamento que carrega com grãos os navios cargueiros), substituindo os antigos, que datavam da década de 1970. Nesta gestão também foram adquiridos dez novos guindastes, novas balanças para pesagem dos caminhões, novos tombadores e demais componentes para descarga. O Porto ganhou ainda scanners para inspeção de cargas, novas guaritas informatizadas e novo acesso ao Pátio de Triagem foram instalados, a implantação do APPA WEB (Porto Sem Papel) e a nova iluminação (em LED) da avenida portuária.

Fonte: Paraná Portal
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23 de agosto 2017

Ambiente propício para os negócios

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14 de agosto 2017

S11D faz Vale ter recorde de produção de minério

Operação na mina N4W-Norte, em Carajás: Vale afirmou que produção de minério de ferro no ano ficará em linha com a estratégia atual de maximização da margem O relatório de produção da Vale no segundo trimestre, anunciado ontem, mostrou mais um recorde na produção de minério de ferro. A companhia retirou de suas minas 91,85 milhões de toneladas entre abril e junho, maior volume para um segundo trimestre, 5,8% a mais que as 86,82 milhões de toneladas de igual período do ano passado e 6,6% acima das 86,198 milhões de toneladas produzidas no primeiro trimestre de 2017. A companhia afirmou ainda que a produção anual deverá ficar próxima ao limite inferior da faixa de 360 milhões a 380 milhões de toneladas, "em linha com a estratégia atual de maximização da margem". Para o longo prazo, a meta de produção de minério de ferro foi mantida em 400 milhões de toneladas/ano. Para maximizar as margens, a companhia continuou aumentando os volumes de minério "blendados" em seus centros de distribuição na Ásia. Entre abril e junho, esse volume chegou a 14,8 milhões de toneladas, 3,7 milhões de toneladas a mais que no segundo trimestre de 2016 e 9,8 milhões de toneladas a mais que em igual período de 2015. Segundo a Vale, esse aumento é "resultado da estratégia atual de trazer maior flexibilidade à cadeia integrada de valor".

Além disso, a empresa informou que o percentual de estoques offshore em relação ao total estocado aumentou de 15%, em 2015 e 2016, para 28%, no segundo trimestre deste ano, refletindo a estratégia de deslocamento dos estoques ao longo da cadeia e para mais perto dos clientes. "A expectativa é de que os estoques offshore representem em torno de 30% do total do inventário ao final de 2017. As atividades de 'blending offshore' requerem o incremento dos estoques offshore e, consequentemente, leva temporariamente a menores volumes de venda, quando comparados aos embarques do Brasil", detalhou a companhia no relatório de ontem. O teor de ferro médio produzido pela companhia foi de 63,8% no segundo trimestre, permanecendo em linha com o teor de ferro médio do primeiro trimestre. Os esforços para aumento de margem no negócio de minério de ferro acontecem em meio a uma queda significativa dos preços nos portos chineses no segundo trimestre. Sistema Norte, que junta minas de Carajás, Serra Leste e S11D, teve aumento de quase 14% no segundo trimestre O minério com teor médio de 62% no porto de Qingdao fechou o último dia de junho valendo US$ 64,95, uma alta de 13,9% frente a maio. Mas na média do segundo trimestre, o preço de US$ 62,99 ficou 26,4% abaixo da média de US$ 85,63 dos três primeiros meses do ano. Em seu relatório, a mineradora comentou que o incremento da produção no segundo trimestre foi favorecido pelo avanço do projeto S11D em Carajás, no Pará, maior projeto de minério de ferro da companhia, com previsão de 90 milhões de toneladas anuais. Segundo a Vale, a produção no Sistema Norte, que compreende as minas de Carajás, Serra Leste e S11D, no segundo trimestre, foi de 41,494 milhões de toneladas, 13,7% acima de segundo trimestre do ano passado, quando atingiu 36,493 milhões de toneladas. Na comparação com primeiro trimestre de 2017, quando somou 35,974 milhões de toneladas, a produção do Sistema Norte subiu 15,3%.
Já a produção de pelotas no segundo trimestre foi de 12,215 milhões de toneladas, 21,5% maior que em igual período de 2016, quando a produção foi de 10,049 milhões de toneladas. Em comparação com o primeiro trimestre, no entanto, quando a companhia somou 12,422 milhões de toneladas, houve recuo de 1,7% na produção de pelotas no segundo trimestre. A produção de carvão da Vale no segundo trimestre foi de 3,037 milhões de toneladas, originada exclusivamente das operações da empresa em Moçambique - um aumento de 142,7% nas operações da companhia naquele país ante igual período no ano passado. Na comparação com primeiro trimestre deste ano, quando atingiram 2,434 milhões de toneladas, o aumento foi de 24,8%. Em contrapartida, a produção de cobre somou 102,7 mil toneladas, 4,4% abaixo do segundo trimestre de 2016, quando atingiu 107,4 mil toneladas, e 5,8% abaixo de primeiro trimestre deste ano, quando somou 109 mil toneladas. Já a produção de níquel atingiu 65,9 mil toneladas, 16,1% menor do que a do segundo trimestre de 2016; e 7,8% abaixo de primeiro trimestre deste ano - quando atingiram 78,5 mil toneladas; e 71,4 mil toneladas, respectivamente.

Fonte: Valor 
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13 de agosto 2017

O Tecon Rio Grande, terminal de contêineres do Grupo Wilson Sons, comemora nova marca em julho

Foram movimentados 71.242 TEUs, um aumento de 6% em relação ao mês anterior e de 12% em comparação a julho de 2016. O último recorde ocorreu em agosto de 2015, com 71.116 TEUs movimentados. O resultado positivo foi impulsionado, principalmente, pelas operações de cabotagem e navegação interior (via hidrovia). Na cabotagem, foram movimentados 5.021 TEUs, crescimento de 14% em relação a junho e de 16% se comparado com julho de 2016. O aumento foi decorrente da movimentação de cargas nos segmentos de arrozeiro, resinas e móveis.

Em relação à operação no modal hidroviário, o Tecon Rio Grande movimentou 2.601 TEUs provenientes do Contesc, terminal de navegação interior da Wilson Sons, localizado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). O terminal foi inaugurado em setembro de 2016 e opera integrado ao Tecon, que desde 2009 não recebia cargas nessa modalidade. Entre os principais produtos transportados estão congelados, resinas, glicerina, utensílios domésticos, partes e peças, móveis, compensados e sucata.

Fonte: Portos e Navios ?
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07 de agosto 2017

Tecon Rio Grande bate recorde de produtividade

O Tecon Rio Grande, terminal de contêiner do Grupo Wilson Sons, registrou em julho recorde histórico de produtividade em operação portuária. No dia 25 de julho, foram realizados 140 movimentos por hora durante a operação do navio Monte Tamaro, da linha da Costa Leste da América do Norte. Este recorde foi obtido com uma utilização média de 3,32 STS (Super Post Panamax Ship to Shore), equipamentos responsáveis pela movimentação de contêineres entre o navio e o pátio. Cada STS obteve uma produtividade média de 29,98 movimentos por hora. Este é o segundo recorde registrado no mês. O primeiro ocorreu com o navio Monte Aconcágua, no dia 11 de julho, quando foram realizados 122,18 movimentos por hora. O maior resultado até então era de 121,04 movimentos/hora, registrado em agosto de 2012, com o navio Maersk Lima, em operação que utilizou cinco guindastes STS. Entre os principais fatores que contribuíram para o aumento da produtividade estão o comprometimento e treinamento constante da equipe, o início do funcionamento de três novos STS e oito RTG (Rubber Tyre Gantry Crane – pontes rolantes sobre rodas utilizados na movimentação dos contêineres no pátio), a aquisição de novos tratores de pátio (caminhões) e a implantação do novo sistema Navis N4. 
“Com a aquisição dos novos guindastes e tecnologia, um investimento de R$ 146 milhões, o Tecon Rio Grande se consolida como um dos melhores terminais de contêineres em oferta de equipamentos do país, com nove STS e 22 RTG, capazes de atender os maiores navios que escalam os portos brasileiros”, ressalta Paulo Bertinetti, diretor-presidente do terminal.
 
Fonte: Portos e Navios 
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06 de agosto 2017

Porto de Suape terá terminal para movimentar carga a granel

O Porto de Suape terá um terminal para fazer a movimentação de carga a granel, tipo de operação que até hoje não ocorre no ancoradouro. A Agrovia – que tem como sócio majoritário a Odebrecht Transporte – iniciou os trâmites burocráticos para implantar uma expansão do seu terminal. O projeto inclui a instalação de seis silos, cada um com capacidade de armazenar até 5 mil toneladas. “Essa ampliação demandará um investimento de R$ 80 milhões a ser realizado até 2019”, informa o vice-presidente de Suape, Marcelo Bruto. O terminal da Agrovia começou a funcionar no final do ano passado para movimentar açúcar ensacado. “Aqui, a empresa continua investindo e está terminando a instalação de um shiploader – equipamento que coloca uma grande quantidade de carga no navio de uma forma mais rápida – que vai operar na próxima safra”, afirma. A moagem começa em setembro. A Odebrecht, envolvida em escândalos de corrução, vendeu alguns dos seus ativos e seu ex-presidente, Marcelo Odebrecht, está preso há mais de dois anos. Independentemente das questões policiais e políticas, o que muda com Suape passando a ter um equipamento para movimentar carga a granel? “Com o tempo, o porto pode agregar novas cargas como o malte, a matéria-prima da cerveja, e o trigo. Isso poderá atrair novos empreendimentos como por exemplo moinhos, que poderiam se instalar por aqui”, conta Marcelo. A movimentação de novas cargas também torna o terminal mais rentável já que o açúcar é uma carga que geralmente só é movimentada nos seis meses de safra. No atual pedido feito à Antaq, a Agrovia fala de uma segunda expansão que prevê um investimento de R$ 73 milhões o qual seria realizado para receber as cargas da Ferrovia Transnordestina em 2025, segundo Marcelo Bruto. A ferrovia está em obras há 10 anos e não tem prazo para conclusão. A atual expansão do terminal da Agrovia também pode ser uma ameaça ao Porto do Recife, que tem o trigo e o malte, ambos a granel, como algumas das suas cargas tradicionais. “A nossa expectativa é de atuar de forma complementar as cargas do Porto do Recife, que deve continuar recebendo esses cereais destinados à capital e ao Litoral Norte, enquanto serão movimentados em Suape os produtos a serem consumidos próximos ao Litoral Sul”, conclui Marcelo. O porto pernambucano como ponto de partida para a atuação das empresas pernambucanas no exterior foram os temas discutidos no Encontro Sobre Perspectivas e Parcerias para as Indústrias de Suape que ocorreu no prédio da administração de Suape.

COPERGÁS 

O BNDES publicou nesta terça-feira (25) o edital para a contratação do estudo de privatização da Copergás. No documento estão previstos dois serviços: um principalmente de modelagem do processo de desestatização e outro de avaliação econômico-financeira, pelos valores de R$ 14,53 milhões e R$ 2,07 milhões, respectivamente. A empresa terá 24 meses para apresentar as análises, prazo que pode ser prorrogado por tempo não explicitado no edital. 

Fonte: JC online ?
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31 de julho 2017

Porto de Suape terá terminal para movimentar carga a granel

O Porto de Suape terá um terminal para fazer a movimentação de carga a granel, tipo de operação que até hoje não ocorre no ancoradouro. A Agrovia – que tem como sócio majoritário a Odebrecht Transporte – iniciou os trâmites burocráticos para implantar uma expansão do seu terminal. O projeto inclui a instalação de seis silos, cada um com capacidade de armazenar até 5 mil toneladas. “Essa ampliação demandará um investimento de R$ 80 milhões a ser realizado até 2019”, informa o vice-presidente de Suape, Marcelo Bruto. O terminal da Agrovia começou a funcionar no final do ano passado para movimentar açúcar ensacado. “Aqui, a empresa continua investindo e está terminando a instalação de um shiploader – equipamento que coloca uma grande quantidade de carga no navio de uma forma mais rápida – que vai operar na próxima safra”, afirma. A moagem começa em setembro. A Odebrecht, envolvida em escândalos de corrução, vendeu alguns dos seus ativos e seu ex-presidente, Marcelo Odebrecht, está preso há mais de dois anos.

Independentemente das questões policiais e políticas, o que muda com Suape passando a ter um equipamento para movimentar carga a granel? “Com o tempo, o porto pode agregar novas cargas como o malte, a matéria-prima da cerveja, e o trigo. Isso poderá atrair novos empreendimentos como por exemplo moinhos, que poderiam se instalar por aqui”, conta Marcelo. A movimentação de novas cargas também torna o terminal mais rentável já que o açúcar é uma carga que geralmente só é movimentada nos seis meses de safra. No atual pedido feito à Antaq, a Agrovia fala de uma segunda expansão que prevê um investimento de R$ 73 milhões o qual seria realizado para receber as cargas da Ferrovia Transnordestina em 2025, segundo Marcelo Bruto. A ferrovia está em obras há 10 anos e não tem prazo para conclusão. A atual expansão do terminal da Agrovia também pode ser uma ameaça ao Porto do Recife, que tem o trigo e o malte, ambos a granel, como algumas das suas cargas tradicionais. “A nossa expectativa é de atuar de forma complementar as cargas do Porto do Recife, que deve continuar recebendo esses cereais destinados à capital e ao Litoral Norte, enquanto serão movimentados em Suape os produtos a serem consumidos próximos ao Litoral Sul”, conclui Marcelo. O porto pernambucano como ponto de partida para a atuação das empresas pernambucanas no exterior foram os temas discutidos no Encontro Sobre Perspectivas e Parcerias para as Indústrias de Suape que ocorreu no prédio da administração de Suape.

COPERGÁS

O BNDES publicou nesta terça-feira (25) o edital para a contratação do estudo de privatização da Copergás. No documento estão previstos dois serviços: um principalmente de modelagem do processo de desestatização e outro de avaliação econômico-financeira, pelos valores de R$ 14,53 milhões e R$ 2,07 milhões, respectivamente. A empresa terá 24 meses para apresentar as análises, prazo que pode ser prorrogado por tempo não explicitado no edital.

Fonte: JC online?
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31 de julho 2017

Portos movimentam 420 mi de toneladas entre janeiro e maio

Os portos brasileiros movimentaram 419,4 milhões de toneladas entre janeiro e maio deste ano. O volume é e 2,32% superior ao verificado nos primeiros cinco meses do ano passado. Os dados são da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). A maior parte desta movimentação é realizada pelos Terminais de Uso Privado (TUPs), empreendimentos autorizados à iniciativa privada localizados, em sua maioria, fora das áreas dos portos organizados. O diretor de Outorgas Portuárias da Secretaria Nacional de Portos, Ogarito Linhares, comemorou o resultado e fez a comparação “o efeito representa 25% do total de toneladas movimentadas por ano no Porto de Paranaguá, o segundo maior porto do Brasil. Isso mostra que estamos no caminho certo”, celebrou Ogarito. Entre as cargas movimentadas no País, 64,1% são de granéis sólidos. Soja, farelo de soja, açúcar, milho, trigo e fertilizantes fazem parte desta lista. Mas, das 268,9 milhões de toneladas, 57,9% são referentes apenas à movimentação de minério de ferro.  Outros 21,1% das mercadorias são de granéis líquidos. Óleos de soja, mamona, solventes, petróleo e seus derivados estão entre os produtos que passaram pelos portos brasileiros. 
Os contêineres respondem por 9,5% do total movimentado no País, enquanto a carga solta corresponde a 5,2%, incluindomadeira, bobina de papel, aço. Uma parcela de 34,7% da movimentação de cargas no País aconteceu em portos públicos. De acordo com a Antaq, 144,2 milhões de toneladas mercadorias foram movimentadas nos primeiros cinco meses deste ano. O volume é 0,7% menor do que o verificado no ano passado, quando 145,3 milhões de toneladas foram operadas no período no País.  Segundo dados da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a estatal que administra o Porto de Santos, nos primeiros cinco meses de 2017, foi registrada a movimentação de 50 milhões de toneladas no cais santista. 
Tups Os TUPs foram responsáveis por 65,3% da movimentação total incluindo importações e exportações. Os terminais privados movimentaram entre janeiro e maio mais de 280 milhões de toneladas, que representa um aumento de quase 6% em relação a 2016. Em janeiro, os TUPs registraram a maior alta do ano, 15,6%, seguido de fevereiro com 11,6%. O Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís (MA), responsável pela movimentação de minério de ferro, teve crescimento de 6,99% no acumulado do ano em comparação ao mesmo período do ano anterior. Em segundo está o Terminal de Tubarão, próximo ao Porto de Vitória (ES), com alta de 6,6%, que também transporta minério de ferro, grãos e fertilizantes.
 
Fonte: A Tribuna 
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24 de julho 2017

Aprovado o negócio entre AGCO e Kepler

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a venda de 34,93% da gaúcha Kepler Weber, fabricante de silos e armazéns de grãos, para a AGCO do Brasil, controlada pela americana AGCO, uma das maiores fabricantes de máquinas agrícolas do mundo. As ações que passarão para a empresa estão nas mãos de Previ e Banco de Investimentos do Banco do Brasil (BB-BI). A proposta de compra da AGCO prevê que haja uma oferta pública subsequente de ações. A AGCO deve adquirir um montante que represente - em conjunto com as ações adquiridas do fundo de pensão Previ e BBI - não menos do que 65% do capital votante da Kepler Weber. Após o fechamento da operação, a AGCO do Brasil passará a deter o controle da Kepler Weber. Em fevereiro, a múlti americana anunciou a oferta de US$ 185 milhões para adquirir a companhia brasileira. A Kepler Weber complementa o portfólio da GSI, controlada pela AGCO, que atua no mesmo segmento e foi adquirida em 2011. A própria GSI tentou comprar a Kepler Weber em 2007, mas a transação não prosperou. O Cade entendeu que "a grande quantidade de players no mercado, as características dos produtos ofertados, o fato de o mercado estar passando por uma fase de redução de oferta e a grande capacidade dos concorrentes de absorver um aumento de demanda afastam o risco de exercício de poder de mercado" por parte da AGCO. No mês passado, Olivier Colas, vice-presidente da Kepler Weber disse ao Valor que uma das estratégias é direcionar esforços para crescer em outros países da América Latina. O objetivo é ampliar a participação nas exportações totais de seu segmento na região de 35% para 50% em dois anos. O executivo lembrou, na ocasião, que a AGCO, no portfólio de produtos da marca GSI, tem linhas voltadas à América Latina. 

Fonte: Valor?
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